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A Família Pipa é uma Sociedade Filantrópica, sem fins lucrativos, fundada em 1º de Setembro de 2008 em Santo Anastácio, São Paulo. Sítio criado em meados de Março de 2011. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS ©

domingo, 30 de setembro de 2012

PROJETO EDUCANDO A MORAL IV: Semana do Trânsito III

PROJETO EDUCANDO A MORAL IV: Semana do Trânsito III



A Família Pipa, em parceria com o CONSEG de Santo Anastácio, realizou em sua 3ª Semana do Trânsito, doze apresentações teatrais, em sete escolas primárias do município e inclusive em nossa tão querida e estimada APAE. As escolas participantes foram, também: Alberico, Tertuliano, SESI, Atlas, Maximus, Fenix, Bertoni e EMEI. Ao todo, e segundo as informações obtidas por alguns funcionários de cada período que se apresentaram, atenderam, na faixa, 598 crianças. Como nos dois anos anteriores a Família Pipa seguiu a mesma linha teatral acrescentando e aperfeiçoando cada vez mais. “Nas apresentações, mesmo que tenha sido um assunto extremamente sério, usamos do bom humor que faz jus a nossa filosofia. Tratamos de apresentar cenas certas e erradas e incitamos as crianças, mediante as brincadeiras, a afirmarem se tal atitude estava correta ou não. Como exemplo, contracenamos alguém dirigindo e falando no celular e consequentemente o acidente originado pela falta de atento. Ou, em outra hora, um motorista embriagado dirigindo e ocasionando outro acidente. Perguntamos sobre o signo de cada cor do semáforo, e foram unânimes os acertos. Falamos a respeito da alta velocidade e sobre a essencialidade do uso de capacete, do ‘plastiquinho que protege os olhos’ e da ‘cordinha que fica embaixo do queixo’. Explicamos sobre a faixa de pedestre e deixamos subtendido sobre a importância em respeitar o trânsito. Perguntamos se eles gostavam de fazer “dodói” e todos disseram que não, e perguntamos se todos gostavam dos papais e dos amiguinhos, e falaram que sim: com isto afirmamos todos juntos, que caso alguém que gostemos vá fazer algo de errado no trânsito, que digamos bem forte e com bastante amor: ‘NÃO PODE, NÃO PODE, NÃO PODE!’. Com certeza esse foi o jingle mais educativo nesse período eleitoral que ouvimos na cidade. Muitíssimo obrigado a Sonia Stelato representando toda a diretoria e membros do CONSEG, e muito obrigado a todas as escolas que nos abriram as portas e nos recepcionaram de uma forma maravilhosa. Acreditamos, baseados no ex Presidente Norte Americano Abraham Lincoln, que o futuro está na educação dos pequenos”.

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4° ANIVERSÁRIO DA FAMÍLIA PIPA


4° ANIVERSÁRIO DA FAMÍLIA PIPA 

A F.P comemorou, em Setembro, seu 4° ano de criação. Na oportunidade infelizmente não puderam estar presentes o restante dos membros e voluntários, e muitas fotos da festividade acabaram por se perderem. Foram quatro anos de muita persistência, suor e superação. Membros entraram em depressão, amigos se distanciaram, críticas e mais críticas de colegas e desconhecidos e a dor de uma aspereza que advinha de algum familiar... Tudo foi motivo para
 tamanha desistência. Mas, não podiam! Pensamento Positivo, era essa a essência. Foram muitos obstáculos. Entretanto, não se deixaram vencer! Jamais discutiram como grupo impondo ideologias; simplesmente continuaram a trabalhar, de cabeça erguida e postura ereta, caminhando conforme, por experiência desses anos sem suporte pedagógico algum, acham correto. "Continuaremos, custe o que custar e lutaremos, incomode quem incomodar!" (salientaram).

"Parabéns a você, munícipe, que durante todo esse tempo vem confiando em nós! Quem faz aniversário são vocês. E, acredite, de tudo que já fizemos não será um terço de tudo que já está em planejamento e com certeza será posto em prática no decorrer do tempo. Muitas surpresas maravilhosas..." (enfatizaram)

"UNIDOS VENCEREMOS, DIVIDIDOS CAIREMOS!" (gritaram com todo o ar do peito, os membros da Família Pipa).

Muitíssimo obrigado ao Supermercado Ulian e ao Serv Lar pelo apoio na grande e tão importante comemoração. Com certeza, foi inesquecível.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A ESCOLA DA FAMÍLIA COMEMORA SEUS 9 ANOS, EM SANTO ANASTÁCIO


A ESCOLA DA FAMÍLIA COMEMORA SEUS 9 ANOS, EM SANTO ANASTÁCIO

Na oportunidade estiveram presentes os membros: Murilo Hernandes (foto) e Felipe Cruuz (na tiragem)

A Família Pipa esteve presente como convidada na festa de comemoração dos 9 anos do Projeto Escola da Família, realizada na escola Alice Maciel Sanches, no dia 25 de agosto. O encontro foi marcado pela descontração e participação nas provas de gincana, onde os universitários demonstraram sua felicidade com a recreação. Após um primeiro tempo de atividades, foi servido um delicioso almoço aos presentes (com direito até a picolé de sobremesa), para recarregar as energias pro segundo tempo da interação. Ao final da disputa, a equipe vermelha foi a campeã vencendo suas três rivais, mas o que valeu mesmo foi a cooperação e o momento de união e felicidade.
A Família Pipa parabeniza o PEF pelos seus 9 anos, desejando muitos outros de continuidade, e agradece imensamente pelo convite aos eventos e confraternizações. Abraços a todos!

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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

TOTÓS QUEREM COMER :}


Olá, lindos e lindas. A Família Pipa está aqui para pedir a sua colaboração. Caso tenha e queira doar ração para CÃO, a Ise Sponton Santos está aceitando. 

Vale lembrar que esse não é um projeto ou uma campanha nossa, apenas estamos ajudando a nossa amiga que está na responsa de 40 cachorrinhos.  

Caso queira doar, só ligar nos telefones: 9111-1607 ou 9743-0934. Lá a Ise irá fornecer mais informações, ok?  

Bjs.


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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Evento beneficente no Pimenta Doce (Amigo Toninho)


Evento beneficente no Pimenta Doce 
(Amigo Toninho)

A Família Pipa esteve ajudando no evento beneficente realizado pelo Adriano Rocha, no Pimenta Doce, em 20 de Julho. Todo o dinheiro arrecadado será revertido para a cirurgia de seu pai.
Felipe Cruuz, Jairo Rodrigues, Nilson de Oliveira, Bruno Lozzi, Mary Ayala e Murilo Hernandes. No evento também contamos com a participação do membro Tavico Robson que teve que se retirar mais cedo.

"Foi um sucesso! Obrigado, munícipes. E Dricus, se precisar, é só chamar. Com certeza você nunca ficará na mão, pois sabemos os amigos que você tem: pode confiar!" (finalizaram os membros).







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sábado, 21 de julho de 2012

Confraternização da Família Pipa & Amigos

Confraternização da Família Pipa & Amigos

Na noite do dia 19 de Julho a Família Pipa realizou uma confraternização entre membros e os amigos. Infelizmente, na oportunidade, membros e demais amigos não puderam comparecer, mas com certeza estavam no coração de cada um. A confraternização se deu devido a comemoração do record em arrecadação de roupas e calçados que realizaram, em comparação ao curto tempo de campanha e, claro, para comemorar o cantinho, mesmo que temporário, que a nossa querida amiga Denise Inoue nos emprestou para a separação das doações, ao som de MUITO ROCK'N ROLL!  
Oferecimento: SERV LAR


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quarta-feira, 18 de julho de 2012

HORTA DA FAMÍLIA PIPA

Nossa - ainda - pequena horta. Depois de colhidas, repassaremos às nossas famílias. Tem cenoura, salsinha, alface, couve e cebolinha. Quem quiser doar adubo, semente ou mudas de verduras e frutos, com certeza aceitaremos de bom coração.


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domingo, 15 de julho de 2012

CAPACITAÇÃO


CAPACITAÇÃO


(Encima): Tavico Robson, Mary Ayala, Ester Alves (linkada logo abaixo), Cristiane Silva, Lucinei Fernandes, (Embaixo): Felipe Cruuz e Bruno Lozzi

No dia 14 de Julho a voluntária Ester Alves - que é dedicada ao voluntariado em projetos Culturais e Sociais em Santo Anastácio desde 1985, tais como: Manhãs de Recreio, Recriação, Programa “Vamos Construir” sobre Meio Ambiente e Qualidade de Vida, Projeto “Comunidade Presente”, Projeto “Pais Que Fazem Diferença”, Leitura de Histórias e na Escola da Família – Dinâmicas Coletivas/Teatro/ Recreação –, ministrou uma capacitação aos membros da Família Pipa e demais interessados.  
Tal iniciativa que partiu da Ester, única exclusivamente fermentada na boa vontade e no contagio de entusiasmo e crença em tais atos benevolentes, foi sintetizado num voluntariado realizado na Escola da Família da escola Alice Maciel, gratuitamente, na Oficina de Capacitação em Recreação Inclusiva: infantil, infanto juvenil, adolescentes, adultos, melhor idade e pessoa com deficiência. “Na oportunidade houve um delicioso bolo, refrigerante e um almoço espetacular” (salientaram os membros). 
A capacitação, que teve duração de mais ou menos cinco horas, disponibilizou uma soma de boas ideias onde, com certeza, a Família Pipa poderá atuar com muito mais força e perspicácia em escolas, creches, instituições, conferências, fóruns, work shop, eventos com dinâmicas e oficinas recreativas.  Infelizmente, na Capacitação, houve membros da Família Pipa que não puderam participar por demais compromissos inadiáveis ou pela própria distância. Entretanto, tudo o que foi aprendido será repassado, inclusive aos membros e voluntários da Sub Sede de Mirante do Paranapanema, a capacitação oferecida, aproveitando tantos com os vídeos, como embaçados nas apostilas doadas pela Ester aos membros e amigos presentes. 
“Muito obrigado, Ester, pela capacitação que nos ofereceu gratuitamente. Aprendemos muito! Com certeza repassaremos todo o conhecimento adquirido e, com o tempo, somaremos e multiplicaremos muitas outras, antigas e novas, experiências benevolentes com – e para – o próximo. Gostaríamos que soubesse que tudo que realizamos desde nossa fundação foi sempre baseado em vídeos, livros e na própria convivência marcada pelo quotidiano imperdoável e irretroagível. Nunca nenhum membro havia passado num curso ou em um simples aperfeiçoamento. Você foi a primeira pessoa que nos estendeu a mão nesse aspecto, e seremos eternamente gratos, pois, mesmo que a Família Pipa venha a deixar de existir, tudo o que passamos ficará na consciência e no sentimento de cada membro que levará para o resto de suas vidas tudo aquilo que vivenciou. Se fossemos para pagar por todo o conhecimento que você partilhou, com certeza não teríamos participado da capacitação. Temos a certeza da excepcional e raríssima oportunidade que tivemos por ter alguém, com tanta experiência e inteligência, transmitindo o que sabe para nós... Um grande beijo e um forte abraço de toda a Família Pipa”(agradeceram os membros). 

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terça-feira, 10 de julho de 2012

ARRAIA DO EDUCANDÁRIO SÃO JOSÉ

ARRAIA DO EDUCANDÁRIO SÃO JOSÉ

A Família Pipa de Santo Anastácio esteve presente no Arraia do Educandário São José, realizado no dia 08 de Julho . Uma ótima festa que a cada ano vem lotando cada vez mais.
Acesse o Facebook dos membros presentes clicando nos nomes (por ordem): Matheus De Pieri, Bruno Lozzi, Murilo Hernandes, Luan Pacanhelli, Mary Ayala, Felipe Cruuz e Nilson Oliveira.

Mais fotos, CLIQUE, manolo.



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sexta-feira, 29 de junho de 2012

TURMA DA MÔNICA, em: CIGARRO NÃO!


TURMA DA MÔNICA, em: CIGARRO NÃO!


A Família Pipa foi hoje, dia 29 de junho, no colégio FENIX e ATLAS explicar, de maneira muito engraçada, sobre os males do cigarro para todas as crianças de primeira a quinta série que estavam presentes. Foram entregues desenhos da Turma da Mônica para todas as crianças, onde lá ilustrava, de maneira clara e objetiva, os riscos de ser fumante ou participar de um ambiente do gênero. As cartilhas estavam somente contornadas, o que possibilitou de poderem ser pintadas pelas crianças, fazendo-as ter um foco maior acerca do tema. Tais cartilhas, e tal iniciativa, partiram do CONSEG (Conselho de Segurança) – da cidade de Santo Anastácio. Vale ressaltar que o mesmo órgão havia ido, nesta semana, nas escolas: EMEI, Tertualiano, Alberico e Bertoni com as mesmas cartilhas.
“Foi impressionante vermos que o teatrinho que fizemos o ano passado tratando do trânsito, praticamente para as mesmas crianças, ainda estava recém-formado na memória delas: elas se lembraram de coisas que nós, particularmente, havíamos subtraído do consciente [...]. Em relação à apresentação de hoje, esperamos que elas tenham absolvido, perfeitamente, as coisas ruins que o fumo pode trazer na vida de uma pessoa, de entes queridos” (complementaram os membros).
A apresentação foi bem simples, onde os palhaços Pipolinos contracenaram e explicaram, de acordo com cada quadrinho do desenho, tudo que estava ocorrendo. “É muito importante usarmos de todos os sentidos inimagináveis para desenvolver e evoluir numa criança o espaço de aprendizado: gestos; audição; humor; surpresa; a interação individual com cada um; desenhos e afins” (explicaram).
No final os palhaços falaram se, caso o papai, a mamãe, o titio, a titia, a vovó, o vovô, a professora, o vizinho ou qualquer outra pessoa que sejam próximas a elas, estivessem fumando, para elas dizerem: “PAAAAAAAAARE” (leia o pare com uma voz de palhaço que com certeza soará bem contagiante) rs.

A CARTILHA

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quinta-feira, 28 de junho de 2012

ARRAIA NA APAE


ARRAIA NA APAE, 
em Santo Anastácio


A Família Pipa, no dia 27 de junho, realizou um pequeno e singelo Arraia na APAE de Santo Anastácio. Houve muitas brincadeiras e confetes. No final e ao comando da própria cozinha, foi servido bolo e suco para todos. Música não faltou, e o requebrado foi certeiro! Foi uma correria danada e sorrisos para todos os cantos. “Com certeza foi muito gratificante ser abraçado, antes mesmo de nos maquiarmos. No começo das brincadeiras algumas crianças ficam meio tímidas, mas ao final todos compartilham da mesma energia: porque é assim que trabalhamos, com todos brincando da mesma forma, pois ser palhaço não é se apresentar, mas fazer com que se apresentem. É incrível! E aproveitamos para pedir: Visite-os! Sim, isso mesmo. Em qualquer data. Junte uma turma e vá brincar algumas horas do seu dia com eles. Caso tenha alguma especialização a molde para atender de forma específica todos aqueles que podem utilizá-la para o conhecimento. Converse com a diretoria e esquematize. Com certeza, se for para agrado da galera da APAE, as portas estarão sempre abertas para quem tem boas intenções. Esperamos que nossas simples visitas possam animar e entusiasmar a rapaziada a se mobilizar e ir se alegrarem com todos eles. E obrigado Edson Luiz Gandolfi pelo convite! Essa época de campanha de arrecadação de vestimentas é uma correria, mas felizmente deu para encaixarmos certinha a festividade. Foi simples, mas foi de coração.” (complementaram e agradeceram os membros da Família Pipa).   



Agradecemos pela participação, galera! Um salve pro Luan Pacanhelli que era das antigas e por causa de trampo teve que se ausentar, mas sempre que pode está presente... Um grande salve praIsadora Nagai e pra Dani Teixeira, que fazem presença toda vez que conseguem conciliar os demais afazeres, não medindo tempo para deixar o descanso de lado quando o assunto é meter bronca e ir na correria! Valeu, Felipe Cruuz... É recente nos nossos trampos e esperamos que tenha ânimo para continuar. Com certeza a F.P tem muito para acrecentar numa vida, como acrecentou na vida de todos os demais.   


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segunda-feira, 25 de junho de 2012

PROJETO NOVA RELEITURA III


PROJETO NOVA RELEITURA III


A Família Pipa repassou, no mês de Junho, cerca de 120 apostilas de informática básica para o Centro Cultural de Mirante do Paranapanema. Tais apostilas haviam sido entregues ao grupo e, agora, após o repasse feito pelos membros, passou a ser de propriedade pública dos mirantenses. "Esperamos ter levado um pouco mais de acessibilidade para os munícipes que, porventura, não tinham: principalmente os jovens, acerca da informatização. Observamos na região, e constatamos que lá seria mais bem direcionado, sendo que, segundo relatos, nunca alguém havia, pelo menos por um considerável tempo, tomado tal iniciativa de doação. Vale lembrar que o repasse foi feito para o Centro Cultural, logo, qualquer um que queira pesquisar nas apostilas poderá ter, sem dúvida alguma, acesso a elas. E parabéns pela exemplar organização, com certeza deveria ser um modelo regional de comprometimento e recepção." (complementaram os membros). E para concluir o projeto, a F.P distribuiu cerca de 190 livros, dentre eles de estudos e dicionários. Os livros foram doados para a Ana Claudia Madero, de Presidente Bernardes. Ela está começando um projeto, inteiramente gratuito, para ensinar crianças e adolescente de ensino médio e fundamental que tem dificuldades para realizar os seus trabalhos. “Caso alguém queira ajudá-la nessa maravilhosa jornada, só entrar em contato com a gente que com certeza colocaremos vocês em contato [...] Muitíssimo obrigado pela doação dos livros, munícipes. É muito gostoso e gratificante vermos que, mesmo sem fazermos campanha, vocês estão sempre apostos em ajudar! Vocês são exemplos para nós que, ao contrário do que muito é dito, o mundo não está perdido” (finalizaram os membros)

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quarta-feira, 13 de junho de 2012

TEATRO (Cabral): Drogas


TEATRO (Cabral): Drogas
(Sobre) Nilson de Oliveira, Tavico Robson, Dudu Chagas, Bruno Lozzi, Murilo Hernandes, (Sob) Profª Lana Roncolato e Profª Lucinei Fernandes

No dia 12 de junho, dia do movimento Mundial Contra o Trabalho Infantil, a FamíliaPipa esteve na escola Alfredo Marcondes Cabral, de Presidente Venceslau, apresentando a peça teatral que trata sobre as drogas, com o tema: "Drogas: O que mata?". O teatro, que na verdade foram dois, foram multiplicados para atender melhor os alunos. A primeira apresentação foi para o ensino médio onde, um pouco depois do término e após tudo arrumado novamente, foi apresentado para o ensino fundamental. O teatro contou, num montante, com um público de mais ou menos 500 pessoas entre crianças, adolescentes, e profissionais da área educacional.
O tema, acima mencionado, tratou, do começo ao fim, que, o que mata, não é a droga em si, mas a FALTA DE EDUCAÇÃO (principalmente no ambiente familiar) e, para fechar a peça, e como é de praxe de tal apresentação, após uma animadora interação com os alunos, tanto na própria peça - onde alguns alunos fizeram parte -, quanto na palestra após o encerramento teatral, foi perguntado se eles achavam se as drogas eram boas ou ruins. E, para espanto e alegria dos membros, muitos disseram que as drogas eram boas, o que serviu de gatilho para uma melhor explicação. Os membros disseram que também achavam que as drogas eram boas, pois foram criadas exatamente para tal objetivo: O que não é ensinado nas propagandas governamentais ou em demais cartilhas do Estado. Entretanto, o uso das drogas traziam consigo consequências devastadoras, tanto para o convívio familiar, quanto para o próprio convívio pessoal.
"Muitíssimo obrigado, Escola, pelo espaço! Muito obrigado, Professora Lucinei que, após meses e meses nos chamando constantemente para a apresentação, conseguimos encaixar nos nossos compromissos e levar um pouco do que tentamos para esses novos amigos. Os alunos estão de parabéns! Agradecemos   a professora Lana que também nos pediu, já que havíamos ido em uma escola de outra cidade que ela trabalha, apresentar tal peça. Muito obrigado ao membro Dudu: Sabemos que pela correria do quotidiano fica difícil conciliar tudo, mas sabemos também que, mesmo de férias, não quis descansar: Postou-se à frente para qualquer tarefa da Família Pipa até o regresso às atividades que a vida exige. Um grande beijo e um forte abraço à todos que fizeram acontecer! NÃO É NECESSÁRIA POLÍTICA QUANDO SE HÁ AMOR!" (agradeceram os membros).

Quer ver as fotos? Só clicar, mano!


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domingo, 10 de junho de 2012

PROJETO AMOR À CASA DA CRIANÇA


PROJETO AMOR À CASA DA CRIANÇA

A Família Pipa de Mirante do Paranapanema, em parceira com a Família Pipa de Santo Anastácio, realizaram, aproveitando o feriado do dia 7 de Junho, o PROJETO AMOR À CASA DA CRIANÇA, onde comemoraram, fora da data, o aniversário de cinco crianças muito lindas. Entretanto, tal festividade não seria possível se o Supermercado Ulian, Supermercado Facholi, Lourival Dentista, Ferplas Embalagens, Doces Compadre, Cirandinha Festas, Advogado Luiz Infante, SP Vídeo Locadora, Joguf Tintas, a Srª Sulamita na locomoção dos preparativos e dos membros para a festividade, a Srª Silvia Selerri na confecção dos molhos e a Srª Lucia Kaiahara na confecção do bolo de aniversário, não tivessem nos apoiado! Na festividade houve pastel, cachorro quente, pizzas, bombons, brigadeiros, bolo, refrigerante, pipoca, bexiga, apitos, confetes, chapéus e tudo demais que uma boa festa exige. 
Tudo começou na sala, onde assistiram ao filme Toy Storey 2 (que ficou como doação) e depois o Toy Storey 3, juntamente com muita pipoca enquanto os demais Pipas preparavam na cozinha, em surpresa, os preparativos.
Mais tarde, após os filmes e ainda à espera do término na cozinha, as meninas da Família Pipa faziam as unhas das outras duas graciosas meninas enquanto os demais Pipas brincavam de bola com os três talentosíssimos rapazes. Depois de tudo pronto todos se dirigiram para a sala de jantar, onde a surpresa foi certa! Foi uma festa. Todos comeram e, após um tempo, cantaram parabéns para todas as crianças e repartiram o bolo e os doces. Foi muito bom. Ao final, a Família Pipa deu um kit de maquiagem para cada menina e uma bola de capotão e dois gols de madeira confeccionado pelos próprios membros para os três garotos.

"Com certeza a saudade não faltará para nenhum que lá esteve. Muito obrigado àqueles que direta ou indiretamente nos apoiaram! São vocês que colocam adiante. Um beijo e um abraço à todas aquelas crianças que, sem dúvida alguma, são mágicas. Esperamos também que, com essa nossa iniciativa, demais entidades se movimentem para dar um pouco de descontração aos pequenos que com certeza adorariam". (finalizaram os membros).


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segunda-feira, 4 de junho de 2012

CAMPANHA CÃOZINHO & GATINHO



CAMPANHA CÃOZINHO & GATINHO

Membros presentes: Nilson de Oliveira, Murilo Hernandes, Tavico Robson, Bruno Lozzi e Zilda Rogério
A Família Pipa concluiu, no começo de Junho, a CAMPANHA CÃOZINHO & GATINHO. Todo o material foi entregue à APASA (grupo responsável por recolher e cuidar dos animais abandonados de Santo Anastácio). No repasse, a senhora Alice e Iracema da APASA disseram que algo que precisam muito também é da castração para os animais. Quem estiver interessado em ajudar é fácil, só entrar em contato que ambas fornecerão todos os detalhes (9726-1439 ou 3263- 2439). Lembrando que, caso queira adotar um gatinho ou um cachorrinho, as portas estarão sempre abertas àqueles que tem muito amor para compartilhar. São muitos animais lindos, carinhosos e bem cuidados que estão dispostos a receber um novo lar.
Foram repassados a base de 176 quilos de ração, 207 litros de produtos de limpeza, 30 caixas de papelão e mais de 1 tonelada de jornal. 
Durante a campanha e por causa dela, alguns animais foram adotados, o que nos traz muito mais alegria. Entretanto, NADA DISSO SERIA POSSÍVEL se pessoas comprometidas com o próximo não tivessem, novamente, confiado em nós! Muitíssimo obrigado, população anastaciana, por nos mostrar que a preocupação que vocês tem se estende aos animais também. Muito obrigado, novamente, por nos mostrar que não é necessária política quando se há confiança para doar, respeito para prosseguir e amor para acreditar! Muito obrigado, Gabriela Pessoa, por nos ter dado a ideia desse maravilhoso projeto.







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sexta-feira, 1 de junho de 2012

TEATRO (Casari): Drogas



TEATRO (Casari): Drogas: O que mata?


Drogas são boas, as consequências é que não. A verdade não dita e o que de fato mata. Um teatro sem demagogia e hipocrisia!

No dia 25 de Maio a Família Pipa foi até a escola Casari, em Piquerobi, realizar um teatro a respeito das drogas, tratando de todas as drogas ilícitas mais populares: Maconha, ecstasy, cocaína e crack. Entretanto, foi indiscutível e unânime uma passagem que inclusive foi a primeira parte do teatro, contracenarem sobre o álcool e o cigarro, mostrando um pai que não demonstra afeto ao filho sem o ensinar sobre as coisas o levando à curiosidade ao encontro da perdição. O teatro contou com um público de mais ou menos 200 pessoas.
"Tal teatro já havia sido apresentado em Santo Anastácio e Ribeirão dos Índios, agora partimos para Piquerobi e já fomos chamados para apresentá-lo em mais outra cidade da região. Nesse teatro, na escola Casari, contamos com um ótimo complemento vindo dum kit: A verdade sobre as Drogas. Factos que precisa de saber - Acções que pode tomar da Fundação Para um Mundo Sem Drogas: drugfreeworld.org. Este material veio do EUA diretamente para as mãos do amigo Estevam Rapchan que prontamente, por confiança, nos repassou" (enfatiza os membros da Família Pipa).
O teatro manteve a mesma formação, sendo narrado e contracenado pelos demais participantes sem falas individuais. A narração feita pelo membro Murilo Hernandes prende-se ao fato Dela ser a consciência de Maurício, aqui contracenado pelo membro Bruno Lozzi, o filho, que acaba, por descuido do pai José da Silva, apresentado pelo membro Jairo Rodrigues, não tê-lo dado, tão somente, carinho.
"Torna-se muito importante a discussão acerca das drogas, ainda mais nesse momento que anda em projeto federal uma possível liberação das drogas: Pode consumir legalmente certos tipos de drogas e guardá-las ou transitar com elas num montante que sirva para o consumo de cinco dias, mas não pode-se vender. Entretanto, quem consome precisa comprar e talvez este pequeno fato tenha passado despercebido aos olhos dos incompetentes legisladores. Se "hoje" no Brasil tantos já são presos por tráfico, imagine caso haja a tal liberação (e sim, o termo é este mesmo: "liberação"!)? Esqueceram-se que, do consumo de drogas, acarretam outros crimes: O maior comércio de drogas, pois, se poderemos nos locomover com uma quantia para consumo de tantos dias poderá ser alegado que é para consumo, quando, na verdade, é para o tráfico! E é óbvio que o consumo aumentará e, consequentemente, o comércio: Traficante não traficaria se não houvesse quem comprasse!... Sem contar o aumento de homicídios, latrocínio, roubos e, não podemos nos esquecer, os assaltos a bancos e sequestros, levando-se em consideração que muitos deles são feitos para reverter a quantia em financiamento de drogas e armamento. Esqueceram-se também daquele princípio jurídico: A lei pode retroagir em favor do réu. Todos os criminosos presos com uma razoável quantia poderão, com certeza, serem liberados: Os juízes ficarão com as mãos atadas! Se não houver sequer uma taxação do limite que pode-se carregar, qualquer um poderá alegar que quinhentos gramas de maconha é para o consumo dentre os cinco dias. É fato, claro, percebível, que o caminho não é lutar para que as leis mudem, pois elas, há tempos, já não saneiam, se é que um dia sanearam, a vontade do povo nesta nossa fajuta democracia brasileira: A luta deve ser na educação do que nos foi apresentado como correto quanto pequenos. É importantíssimo compartilharmos tudo de bom que nos ensinaram para que o ciclo continue, sem nos importar no que nos dizem que é o novo correto, pois o que é bom, naturalmente, sofre modificações pela própria adequação do contemporâneo em benefício coletivo: Sem opressão! O que é correto permanece, pois não é ético, tampouco moral, mas inconsciente na medida em que sentimos e nos explicam coerentemente. O Direitos Humanos não está tão humano assim. As leis brasileiras não estão adequadas às culturas brasileiras. Na Espanha muitos ainda dormem de janelas abertas. No Japão não se pega frutos que caíram das árvores do vizinho. Na Noruega quem chega primeiro numa cafeteria, por exemplo, para o mais longe possível para àqueles que chegarem atrasados poderem parar mais próximo da entrada. Em Amsterdam    compra-se drogas em pontos específicos na rua. Em tais países o índice de crime é baixíssimo. O problema não é em si a liberação das drogas, mas a liberação das drogas no Brasil. Por aqui há quem bebe duas garrafinhas de cerveja e já as quebra na rua. Imagine... Não lute contra o governo, lute para educar da sua forma seu filho e seus alunos. Hoje em dia é necessário quebrar as regras uma vez que elas estão sendo criadas para proteger o que deveriam extinguir pela própria criação." (complementaram).


O teatro, além de interagir com os alunos contendo a participação de alunos da escola na própria peça, contou também com o membro Tavico Robson que representou a Morte de Maurício; Mary Ayala responsável pelo Bar que, mesmo sabendo que Maurício não era maior de idade vendeu várias vezes bebida alcoólica para ele; Nilson de Oliveira Alcantara que representou a figura do Traficante, além, também, dos demais membros que acima mencionados: Maurício, José da Silva e A Consciência. 
O teatro foi inteiramente gratuito, tendo somente a escola arcado com o combustível para os integrantes se locomoverem: Nada a mais, tudo na certa medida. O teatro baseou-se, primeiramente, no convívio errado do pai com o filho, onde não havia harmonia. José da Silva demonstrava seus vícios com álcool e cigarro a Maurício. A mesma coisa acontecerá quando crianças verem adultos fumando maconha ou usando cocaína: A curiosidade é impregnável!
Maurício experimenta álcool e cigarro. Antes já ia em baladas, mas desta vez pediu bebida. Não poderia, legalmente ter comprado, mas a garçonete o vendeu mesmo assim... Aos poucos Maurício se solta. No decorrer dos dias, Maurício acaba conhecendo um traficante, que o apresenta ecstasy. 
Aos poucos e por ser mais caro, Maurício acaba querendo algo com efeito semelhante e mais barato, é aí que experimenta cocaína. Passado uns dias, de ressaca, Maurício vai para a escola e acaba encontrando o mesmo traficante, na estrada. Maurício teve sua primeira experiência com maconha. 
Confessamos que ele, de fato, não sabia que era maconha, achava ser cigarro: Seu pai nunca o ensinou sobre essas coisas... Maurício inclusive deixa de ir pra aula aquele dia. Outro final de semana, outra balada, e mais cocaína. Maurício, muito louco, chega em casa e seu pai o flagra. 
Julga Maurício pelo cheio de álcool e pela trouxa de droga que estava no bolso e, sem pensar que a culpa poderia ser de si mesmo ou cai na real e conversa com seu filho, pelo menos no dia seguinte, manda-o embora! Maurício estava na rua, sem amigos, sem ninguém! O traficante o encontra e, a cara que antes era amigável, encontra-se agora rude e nervosa. 
O traficante o cobra as dívidas, mas Maurício pergunta se não era de graça... O traficante então o "obriga" a furtar. Maurício furta um toca CD de um carro; quase foi pego, mas, como ainda está aparentemente sociável não chamou atenção da polícia. Entrega então para o traficante onde o mesmo acaba dando uma pedra de crack. Maurício teve sua primeira experiência com crack. 




Poucos dias depois estava moribundo, maltrapilho, subnutrido, fedido, sujo, com machucados. É então onde a Morte chega para levá-lo embora... Arrasta-o até o escuro e lá discutem. Maurício se arrepende e quer o pai, mas a morte retruca dizendo que ele teve escolhas, que já era muito tarde, que não dava para voltar atrás: O que fez estava feito! Maurício então morre, e a peça se encerra.




No fechamento, Murilo Hernandes faz uma ótima menção ao perguntar para os alunos e professores: Drogas são ruins? Todos disseram que sim. Entretanto, Murilo afirma: Não! As drogas não são ruins, as drogas são boas... Muito boas! Por alguns segundos a platéia ficou perplexa, impressionada, confusa. Mas, ele fundamenta sua afirmação com brilhantismo: As drogas são boas sim, mas as CONSEQUÊNCIAS é que são devastadoras, ruins, prejudiciais.


No Brasil temos a cultura de falar que as drogas são ruins, mas claro que não. Um laboratório não criaria uma droga para ser ruim, mas, claro, para ser prazerosa, boa, viciante! Bruno Lozzi também faz uma boa passagem ao dizer sobre a conversa de pais com filhos. Os pais tem costume de falar: "Filho, não use drogas, elas são ruins". Ora, imagine só, um pai dizendo isso e, por algum motivo, o filho experimenta. A sensação do uso será muito boa e a credibilidade do pai escoará por água. Agora, caso o pai diga que drogas são boas, mas as consequências que são horríveis, aí sim, o filho, mesmo experimentando, além de confiar muito mais nos pais, ficará com receio de realmente ser tudo verdade e terá grandes chances de não voltar a usar.
Para fechar, Lozzi pergunta: Quais drogas é que matam? Nenhuma! Sim, nenhuma droga mata! Os políticos vivem batendo encima dizendo que o problema do Brasil é o crack ou, outros mais inteligentes, dizem que o problema é o álcool. Não! O problema do Brasil não é a maconha, não é o ecstasy, nem a cocaína, nem o crack e muito menos o cigarro, o problema do Brasil é a EDUCAÇÃO. O que matou Maurício foi a FALTA DE EDUCAÇÃO do pai. É a falta de educação, é a ignorância que mata!


"Houveram alguns erros, como um problema no computador que atrasou um pouco os efeitos sonoros do final e o maior percentual de improvisos do que havíamos ensaiado. Contudo, esses erros foram ótimos! O humor é necessário, pois, todos nós aqui, já fomos jovens e ninguém por aqui gostava daquela seriedade e o blá blá blá de sempre que drogas são isso ou aquilo. Aqui ninguém é cientista e não nos importamos do que são feitas. O que precisamos é de educação, simples, pedagógica, popular. Nosso teatro foi criado baseado em depoimentos de amigos, além da complementação do material do amigo Estevam Rapchan. A sequência, da falta de educação e amor do pai ao acarretamento das demais consequências não foi invenção, mas relatos de quem, de fato, passou por isso! Muito obrigado à todos da escola: Alunos maravilhosos, Direção e funcionários competentíssimos, professores dos melhores e a nossa amiga Lana Roncolato de Ambrósio que nos convidou para apresentarmos a peça teatral. Muitíssimo obrigado à todos. Um beijo enorme" (agradeceram todos os membros da Família Pipa presentes no espetáculo).



"UNIDOS VENCEREMOS, DIVIDIDOS CAIREMOS!"
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